Domingo, 25 de Dezembro de 2005

Prémios BLOPEs 2005

Os Prémios BL0PEs (um BLoPE é um BLOgue em Português ou Espanhol na área da Educação) pretendem divulgar e incentivar a utilização da importante ferramenta que é um blogue na área da Educação.

Pretendemos que estes prémios sejam uma marca de respeito, reconhecimento e homenagem ao trabalho que os educadores tiveram durante o ano, que as suas contribuições e esforços sejam mais reconhecidas pela comunidade.


Uma iniciativa do blogue Educação + Media = Educar para os Media.

publicado por serprofessor às 23:47
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Sábado, 17 de Dezembro de 2005

Exame de Português do 12º ano

Exame de Português do 12.º mantém-se obrigatório

O Ministério da Educação decidiu manter a obrigatoriedade do exame nacional de Português em todos os cursos gerais do 12.º ano, acolhendo assim a recomendação expressa no parecer do Conselho Nacional de Educação.


Ler mais no Educare.

publicado por serprofessor às 11:16
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Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2005

Organização dos horários dos professores

Organização dos horários dos professores - 14 de Dezembro de 2005

Na sequência das reuniões realizadas com todos os presidentes dos conselhos executivos de todos os agrupamentos de escolas do país e da assinatura de protocolos com algumas organizações sindicais, o Ministério da Educação tomou a iniciativa de clarificar algumas questões relativas aos horários dos professores.

A generalização da escola a tempo inteiro implica o prolongamento de horário dos jardins de infância e das escolas do 1.º ciclo até às 17h30 e a ocupação educativa dos alunos do ensino básico durante todo o horário escolar.

Neste sentido, cabe aos órgãos de gestão das escolas a responsabilidade pela organização dos recursos e das actividades pedagógicas, com o objectivo de garantir a ocupação dos alunos durante todo o tempo de permanência na escola, bem como a oferta de oportunidades de complemento curricular e de reforço das aprendizagens.

Para tal, a organização da componente não lectiva de trabalho dos docentes nas escolas deve ser definida tendo em conta alguns parâmetros.

Estabelecimentos do pré-escolar e 1.º ciclo

A componente não lectiva dos educadores de infância e dos professores do 1.º ciclo titulares de turma destina-se à realização de reuniões e à supervisão das actividades extracurriculares, sendo que a supervisão, definida de acordo com o planeamento e a programação das referidas actividades, inclui o acompanhamento da sua realização.

Para assegurar o prolongamento dos horários, as escolas devem recorrer aos docentes sem componente lectiva atribuída e a outros recursos afectos aos agrupamentos.

Quando os recursos existentes não forem suficientes, o Ministério da Educação (ME) apoiará as escolas que o solicitem justificadamente, disponibilizando meios adicionais, a partir de Janeiro, para uma melhor concretização do prolongamento do horário.

Para proporcionar actividades como desporto escolar, expressão musical ou plástica, os conselhos executivos podem estabelecer protocolos com as autarquias, instituições particulares de solidariedade social (IPSS) ou associações de pais, à semelhança do que já verifica para o ensino do Inglês.

Quanto aos professores dos 2.º e 3.º ciclos que se deslocam a escolas do 1.º ciclo para colaborar nas actividades de enriquecimento curriculares ou extracurriculares, de uma forma continuada, vão passar a ter essas horas incluídas na sua componente lectiva, contando para efeitos de tempo de serviço. As deslocações entre o seu estabelecimento de ensino e a escola do 1º ciclo vão ser pagas nos termos da lei.

Estabelecimentos dos 2.º e 3.º ciclos e secundário

A componente não lectiva de estabelecimento dos professores dos 2.º e 3.º ciclos e do ensino secundário deve ter em conta algumas regras.

Para os docentes com horário completo, para além da participação em reuniões, a componente não lectiva de estabelecimento não deverá ultrapassar as duas horas semanais, que devem ser preferencialmente destinadas ao acompanhamento dos alunos em salas de estudo, bibliotecas, clubes, salas de TIC e outras actividades no âmbito do projecto educativo da escola. Não devem ser atribuídas a estes professores actividades de substituição em caso de ausência do professor, a menos que não haja outros docentes disponíveis para o fazer.

No caso dos docentes que já beneficiam da redução da componente lectiva, só deverão ser utilizadas metade dessas horas de redução em actividades de acompanhamento dos alunos em caso de ausência do professor, às quais acrescem as duas horas de componente não lectiva de estabelecimento, além do tempo destinado à realização de reuniões. Os outros 50 por cento das horas de redução da componente lectiva serão utilizados para o exercício de cargos de natureza pedagógica, nomeadamente de orientação educativa e de supervisão pedagógica ou outras, entre as quais se incluem o acompanhamento dos alunos em salas de estudo, bibliotecas, clubes, salas de TIC e outras actividades no âmbito do projecto educativo da escola.

Quanto aos tempos resultantes da conversão das aulas de 50 em 45 minutos (1), deverão ser destinadas a actividades de apoio educativo, de complemento curricular e de reforço das aprendizagens dos alunos, designadamente para implementar planos de recuperação, acompanhamento e desenvolvimento.

(1) Conforme estabelecido no despacho 13 781/2001, de 3 de Julho.


Para ler aqui.
publicado por serprofessor às 13:38
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Terça-feira, 13 de Dezembro de 2005

www.professores.pt

Apresentação - 12 de Dezembro de 2005

Nesta página, www.professores.pt, encontra-se disponível a edição electrónica de O Boletim dos Professores, uma publicação do Ministério da Educação, com periodicidade trimestral, cujo primeiro número está a ser distribuído por todos os agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas do país. Além da versão electrónica do Boletim (em formato .pdf), o site apresenta autonomamente (em formato html) as notícias e os textos nele publicados, com a particularidade de alguns deles estarem numa versão mais desenvolvida.

Destacando os aspectos relacionados com o funcionamento dos estabelecimentos de ensino e a actividade dos docentes, esta página dará conta, com rigor, clareza e precisão, das iniciativas do Ministério da Educação, explicitando as opções em questão e evidenciando os fundamentos das decisões tomadas.

Procurando acompanhar a actualidade no domínio da educação, o site www.professores.pt fará a divulgação da informação mais recente sobre medidas que vão sendo tomadas sobre o sistema educativo. À medida que os novos textos forem sendo introduzidos na página, proceder-se-á à sua organização temática, através da criação de dossiers, por forma a facilitar a consulta e pesquisa.


Para consultar.

publicado por serprofessor às 20:12
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Sábado, 10 de Dezembro de 2005

Estranha forma de escrita

Hj fikei a tarde na exkola ok tive apoio de matematica e ate foi fixe por menos rexebi um elogio da pexxoa k kurtia rexeber k e do rpaz k eu goxto..
Ele no outro dia tinha me dito pa eu anadar de cabelo xolto entao eu dexidi k hj ia andar com cabelo xolto e dpoix do apoio de matematica foi ao caxifo com i«uma miga minha kd viemox ficamox a converxar ele paxou por mim e dixe me vex komo ficas mais bonita kom o cabelo xolto fikei tao contente por menos reparou em mim ker dizer ele ate repara pk eu n o conhexo max ateele fala baxtante comogo..
E depoix tive kuase a konhexelo max komo ele ja tinha entrado pax aulas n xeguei a konhexo lo pode xer k amanha konhexa o..


Retirei este texto de um dos muitos blogs onde é vulgar ler este tipo de escrita, se é que lhe podemos chamar assim.
Esta forma de escrever começou, creio eu, nas mensagens dos telemóveis, com o intuito de abreviar palavras. Neste momento vemos esta linguagem em todo o lado: nos comentários e textos dos blogs, nos papelinhos que os alunos trocam entre sim, nas conversas no messenger, nos cadernos...
Há algum tempo atrás falei com um grupo de alunas minhas sobre o facto de escreverem desta forma. Eram boas alunas e alertei-as para a possibilidade de desaprenderem a escrever correctamente. Garantiram-me que isso não aconteceria, que sabiam muito bem quando usar uma e outra forma de escrita. É claro que já lhes detectei erros onde não era suposto encontrá-los.
Que fazer?
Será que vamos ter de conviver pacificamente com esta forma de escrita? Será que não há forma de explicar aos nossos adolescentes/jovens que estão a dar cabo da nossa língua?
Ou será esta a nossa língua do futuro? Deles, melhor dizendo.
Aceitam-se sugestões para tentar combater esta tendência.


publicado por serprofessor às 07:41
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Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2005

Manuais escolares

Encontra-se para consulta pública, no site do Ministério da Educação, até 12 de Dezembro, um Anteprojecto de proposta de lei com vista a regulamentar a adopção de manuais escolares.
Saliento dois pontos que vão alterar significativamente o modelo actual.
- a existência de comissões de avaliação, tal como é referido no artigo12º:
As comissões de avaliação têm como missão a realização da avaliação regular prévia dos manuais escolares, dispõem de autonomia científica, técnica e pedagógica e são constituídas por despacho do Ministro da Educação, sob proposta do serviço do Ministério da Educação responsável pela coordenação pedagógica e curricular.
- o período de adopção, tal como se refere no artigo 17º:
A adopção dos manuais escolares é feita pelo período de 6 anos.
Este ponto pretende estar de acordo com o artigo 4º, onde se lê Os programas do ensino básico e do ensino secundário vigoram por um período mínimo de seis anos.

Que dizer de tudo isto?
Todos nós já adoptámos livros e nos arrependemos depois de os ter escolhido. O tempo que nos é dado para efectuar esta escolha não é grande, os manuais chegam às escolas quase no limite dos prazos e são muitos, em algumas disciplinas.
Normalmente damos uma vista de olhos por eles, preocupamo-nos com a estrutura, com aspecto visual para que seja apelativo para os alunos, lemos com atenção um ponto ou outro do programa para ver de que forma está tratado, verificamos se tem muitos ou poucos exercícios e ficamos por aí. Muitas das vezes temos em conta a credibilidade que os autores conhecidos nos transmitem.
Só no ano seguinte, quando efectivamente começamos a trabalhar no terreno com os livros, nos apercebemos da realidade do manual.
Há manuais excelentes, que nos permitem uma forma muito funcional de trabalhar e que acabamos por escolher ano após ano.
Outros há que são desilusão. Ao trabalhar com eles apercebemo-nos dos erros graves que por vezes existem, das lacunas em determinados pontos do programa, da linguagem pouco coerente em determinados assuntos. Acabamos por pôr o livro de lado, ou aproveitar o que podemos.
Para além disto, pegamos em vários livros da mesma disciplina e comparamos. Uns tratam uns assuntos, outros tratam de outros. Uns usam um tipo de linguagem científica, outros usam outra completamente diferente. O mesmo conteúdo é abordado e aprofundado das mais diversas formas, conforme os livros. Em muitas disciplinas este ponto até será favorável, mas naquelas que estão sujeitas a exame obrigatório, parece-me grave.
Neste aspecto, e com vista a uniformizar linguagens, conteúdos a desenvolver, erros a evitar, parece-me muito útil a aprovação prévia por parte de uma comissão formada por professores da disciplina e que trabalhem os livros até à exaustão.
Até porque 6 anos é um período demasiado longo para trabalhar com um livro que erradamente nos pareceu oferecer as condições que pretendíamos.

publicado por serprofessor às 08:47
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Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2005

Exames no secundário

O Ministério da Educação está a ponderar reduzir dos exames do ensino secundário para três, deixando de serem obrigatórios os exames de Português e Filosofia em todos os cursos.

Ler mais:
Público: Exames nacionais do 12º ano poderão vir a ser apenas três
Jornal de Notícias:Menos exames no final do 12.º ano
Portugal Diário: Exames: professores de filosofia contra o Governo
O Primeiro de Janeiro: Três exames nacionais
Correio da Manhã: Docentes apoiam redução de exames

publicado por serprofessor às 18:12
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Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2005

Um ideia interessante

I CONCURSO DE JORNAIS DE ESCOLA e BLOGUES

Destinatários:
Escolas Secundárias e Escolas Profissionais

Consurso promovido pelo ISLA Gaia


publicado por serprofessor às 19:46
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Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2005

Feriado, sim... mas de quê?

Hoje é feriado e, como de costume, as nossas televisões fazem, pelas ruas, a pergunta inevitável: "Sabe o que se comemora hoje?"
As respostas surpreendem-nos. Como é possível um País inteiro parar todos os anos no mesmo dia e um grande número dos seus habitantes não ter a noção do motivo?
Todos passaram pela escola, todos tiveram aulas de História. Todos aprenderam os motivos. Que se esqueçam os detalhes, aceita-se. Mas o essencial? Não se admite, penso eu.
Tenho a certeza de que se a pergunta fosse sobre um jogador de futebol ou um qualquer grupo musical conhecido, não faltariam detalhes. Não é, portanto, uma questão de capacidade de memorização dos factos. É uma questão de não querer saber, de não dar valor às nossas origens.

publicado por serprofessor às 20:41
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